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CALVÍCIE, nossa dermatologista fala sobre a queda de cabelo

CALVÍCIE

Ou, como mais conhecida por nós, médicos, Alopecia Androgenética, que nada mais é do que uma, entre tantas, forma de queda de cabelos. A diferença é que esta é geneticamente determinada. Sabe aquele vovô careca? Ou a vovó de cabelo fininho? Você também tem? Então fique atento a esse post!

Esse tipo de problema, diferente do que muitos pensam, é frequente tanto para os homens quanto para mulheres. O gatilho está na fase da adolescência, em que os hormônios iniciam seu estímulo natural e, quando há um padrão familiar predeterminado, a cada ciclo de nascimento e queda do cabelo, o fio nasce progressivamente mais fino. É por isso que a manifestação da calvície surge na fase adulta, alguns cedo e outros mais tardiamente.

As queixas mais frequentes desses pacientes no consultório: “Doutora, meu cabelo está caindo muito no travesseiro” ou “Doutora, meu cabelo está muito fino, não tem volume”, ou até “Doutora, estou ficando careca igual meu pai/meu avô”. Com o passar os anos de muito estímulo hormonal, associado a predisposição genética, os cabelos ficam cada vez mais ralos e o couro cabeludo mais visível. Nas mulheres, o acometimento mais comum é na região central do couro cabeludo. Algumas ainda queixam-se de irregularidade menstrual, acne, obesidade e aumento de pelos no corpo. Porém, em geral, são sintomas muito discretos. Nos homens, as áreas mais comuns são a “coroa” e a região frontal, as famosas “entradas”.

O diagnóstico deve ser feito por um médico dermatologista, que irá avaliar o aspecto do fio, o padrão da queda, as condições do couro cabeludo e do folículo piloso através da dermatoscopia e da tricoscopia.

Existem inúmeros tratamentos para a Alopecia Androgenética. Basicamente é baseado em estimulantes do crescimento dos fios, como medicação de uso oral ou tópico, mesoterapia capilar, luz de led, shampoo com ativos específicos e loções, além de bloqueadores hormonais. O objetivo é cessar a queda e a evolução da doença, além recuperar parte da perda dos fios e deixa-los mais grossos e firmes.
Nos casos mais extensos, o transplante capilar pode melhorar o aspecto estético.

Alopecia androgenética é uma doença de predisposição genética, mas existem alguns fatores que podem piorar o problema, como, por exemplo, a menopausa e o uso de suplementação de hormônios masculinos. Exames genéticos podem identificar os pacientes com maior risco de desenvolver a doença. Entretanto, não há como evitar totalmente o desenvolvimento da alopecia sem o tratamento adequado.

Se você tem esse tipo de problema, procure um dermatologista, pois somente ele é capacitado para fazer o diagnóstico e tratamento.

 

Dra. Larissa Calheiros – CRM: CRM SP 176415 – Dermatologia

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